Análises
Jogamos até o fim e escrevemos sobre o que cada jogo faz com Zeus, com o Olimpo e com quem segura o controle.

Age of Mythology: Retold devolve a Zeus o papel de patrono
A refação do clássico de 2002 mostra o deus como ele era antes de virar vilão ou piada: uma escolha estratégica feita na primeira tela.

Immortals Fenyx Rising: quando Zeus vira o tio que interrompe a história
A Ubisoft Quebec entregou um mundo aberto competente. O que fica na memória, porém, é a dupla de narradores brigando por cima da aventura.

Hades: o tio simpático que manda raios e não sabe de nada
No roguelike da Supergiant, Zeus nunca aparece em cena. Ele é uma voz, uma cor e uma lista de bênçãos. E ainda assim é um dos personagens mais bem escritos do jogo.

Hades II: desta vez a guerra bate à porta do Olimpo
A continuação troca o filho rebelde por uma bruxa em missão e, pela primeira vez na série, leva o jogador até a montanha dos deuses.
God of War III, dezesseis anos depois: o Zeus que só restava destruir
Voltamos ao fim da trilogia grega para ver como envelheceu o retrato mais duro que os videogames já fizeram do pai dos deuses.

Titan Quest: a longa caminhada até a porta de Zeus
O RPG de ação de 2006 atravessa três civilizações para terminar no Olimpo. Zeus só aparece no último minuto, e é exatamente por isso que a cena funciona.

Apotheon: subir o Olimpo dentro de um vaso grego
O indie da Alientrap transforma a cerâmica de figuras negras em cenário jogável e termina com um Zeus do tamanho do céu.

Zeus: Master of Olympus, o deus que anda pela sua rua
O construtor de cidades de 2000 continua sendo o único jogo em que Zeus é, antes de tudo, um vizinho exigente.